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Só o Inter na final do estadual. Isso é bom?

Entre os clubes brasileiros presentes na Libertadores, somente o Internacional está presente na decisão do estadual para decidir com o Grêmio a soberania regional. O Corinthians saiu fora do Paulistão ainda na primeira fase, enquanto que o São Paulo caiu nas semifinais, mesma situação do Cruzeiro no Mineiro. Já o Flamengo perdeu a decisão da Taça Rio e consequentemente a oportunidade de decidir em dois jogos o título estadual.

Porém, o nosso calendário ainda mostra que precisa melhorar em muitos aspectos, entre eles, os estaduais serem decididos num momento crucial da Libertadores. Podemos dizer que financeiramente ou até para amenizar a pressão de suas respectivas torcidas, São Paulo, Corinthians, Cruzeiro e Flamengo possam sentir o peso de não conquistar o estadual caso a caminhada pela Libertadores não seja bem sucedida. Certamente, haverá clube em tal situação.

Apesar disso, torna-se inquestionável que na parte física e mental, o fato desses clubes apenas se focarem numa frente passa a ser uma grande vantagem. Desta vez, não há risco de perder jogador por lesão no estadual em detrimento à  Libertadores, haverá mais tempo para treinar e aperfeiçoar o aspecto tático da equipe. Logo, trata-se de uma vantagem que se for bem aproveitada, pode se tornar decisiva na hora do mata-mata na Libertadores.

Tal privilégio não conta, o já com a corda no pescoço, Jorge Fossati.  O Internacional tem um jogo que vale a classificação para a fase seguinte da  Libertadores contra o Deportivo Quito no Beira-Rio, para logo depois se  focar no Grenal no mesmo estádio no  próximo domingo (25). O detalhe é que no meio dos dois clássicos, o time de Jorge Fossati terá o primeiro confronto das oitavas-de-final da Libertadores, provavelmente contra uma grande equipe no cenário sul-americano, como um dos próprios adversários brasileiros.

Então, até que ponto a decisão do estadual irá atrapalhar a trajetória do Inter na Libertadores? Não se sabe o quanto, mas é garantido de que haverá grande desgaste físico e mental por parte dos atletas colorados. E o Inter nesta temporada 2010 está longe de convencer os críticos e seus torcedores, por não ter um padrão tático consolidado e atualmente depender mais de seus talentos individuais do que propriamente do coletivo.

Em contraponto, o Inter pode se espelhar no próprio Grêmio em 2007, que passou por situação muito semelhante.  O Tricolor decidiu em duas semanas, os dois jogos que lhe deram o título gaúcho contra o Juventude e no meio disso obteve a classificação para as quartas-de-final da  Libertadores contra o São Paulo. No entanto, o próprio Grêmio teve conseqüências nessa temporada, pois no final dela, o desgaste dos jogadores era visível. Além disso, um Grenal é um jogo em especial que exige mais aplicação física e mental. E no meio disso, há uma Libertadores a disputar.

Se liga na Liga! – Decisão para o Camp Nou…

O jogo mais esperado das quartas de final da Liga dos Campeões era Arsenal e Barcelona, e não decepcionou. Os dois times reeditaram a final da UCL de 2006, quando o clube catalão se sagrou campeão.

As atenções estavam voltadas para o craque Lionel Messi, que nas semanas anteriores vinha sendo comparado com Maradona e até mesmo com Pelé.

O jogo começou com uma blitz do Barça em cima do Arsenal. Nos primeiros 16 minutos de jogo houve um massacre espanhol. Daniel Alves e Messi começaram muito bem o jogo, criando as maiores oportunidades. Mas mais uma vez parecia que o filme ia se repetir. Lionel muito bem e Ibrahimovic muito mal. O atacante teve três chances claras de abrir o placar no Emirates Stadium e as desperdiçou. Porém, Messi também teve mais três chances e também não conseguiu abrir o placar. Alguma coisa estava errada. Errada não! CERTA! Assim chegamos ao primeiro personagem do jogo. Almunia. O goleiro dos gunners simplesmente fechou o gol. Impediu que o time saísse do primeiro tempo levando uma goleada.

Aí você me pergunta: E o Arsenal? Não fez nada no primeiro tempo? Pois é meus amigos, a bruxa estava solta para o time londrino. Logo no começo do jogo perdeu um dos seus principais jogadores. Arshavin sofreu uma contusão e teve que ser substituído por Eboué aos 27 minutos. Logo em seguida, Gallas que voltava de contusão também sentiu e foi substituído por Denílson, deslocando Song para a zaga.

Saldo “positivo” para o Arsenal na primeira etapa, apesar que perder dois jogadores, conseguiu segurar a pressão e voltou para os vestiários com o empate. Bastava Wenger conversar com a garotada e tudo se resolveria para o segundo tempo, certo?!

Errado!

Os times voltaram e com 25 segundos do segundo tempo, Ibra foi lançado, Almunia sai muito mal do gol, e o sueco encobre o goleiro com um toque refinado. 1×0 Barça. Aos 16 minutos Ibra recebe lançamento igualzinho ao do primeiro gol e dessa vez fuzila o goleiro. Barça 2 a 0. “Vai pintar goleada”, foi o que pensei.

Chegamos ao último personagem. Walcott. Arsene Wenger põe o menino para jogar na costas de Maxwell, e ele muda o jogo. Na segunda jogada em velocidade do rapaz, gol do Arsenal. Era o que o time precisava para se inflamar. O Barça parou de jogar e a partir daí só deu Arsenal. Aos 40 minutos do segundo tempo, Puyol comete pênalti em Fábregas, situação clara de gol, zagueiro expulso e jogo empatado, 2 a 2.

Fábregas bate o pênalti e empata o jogo no Emirates

Lembram daquele que eu comentei que estavam todos de olho nele? Pois é, jogou até os 20 minutos do primeiro tempo, e depois foi totalmente anulado pelo meio campo do Arsenal, mais precisamente por Denílson. Às vezes volto a pensar nas conversas que tenho nos bares com meus amigos, onde sempre defendo o Messi, enquanto todos o chamam de pipoqueiro. Será?

Veja os melhores momentos abaixo:

Final de jogo: Arsenal 2 x 2 Barcelona

Desfalques para a volta: Pelo Arsenal, Fábregas recebeu terceiro cartão amarelo, Arshavin ficará fora por 3 semanas, Gallas continuará de molho. Pelo Barça, Piquet recebeu terceiro amarelo, Puyol foi expulso direto, e provavelmente contará com a volta de Iniesta.

ARTILHEIROS:

Cristiano Ronaldo/Real Madrid – 7 gols

Wayne Rooney/Manchester United – 5 gols

O último dos moicanos

Robinho comandando o time do City

O Manchester City parece ter desistido de montar uma legião brasileira em seu clube.

Quando o tailandês Thaksin Shinawatra comprou o clube em 2005, ele buscou contratar  jogadores Brasileiros que teoricamente são os melhores do mundo.

Chegaram aos Citizens Geovanni, Elano, Jô, Glauber e Robinho.

Apesar dos brasileiros não terem tradição no futebol inglês, foi feita uma aposta .

É evidente que para esses xeiques, que tem um time de futebol como brinquedo,  dinheiro não é problema. Mas os Brasileiros deram um pequeno prejuízo196 milhões de reais, apenas com suas contratações. Vejam:

Robinho – 40 milhões de euros (R$ 96 milhões a época)

Jô            - 37,6 milhões de euros (R$ 60,5 milhões a época)

Elano      -15 milhões de euros (R$ 39 milhões)

Geovanni e Glauber estavam sem contrato.

Para infelicidade dos brasileiros, nenhum deles se destacou e menos de 3 anos depois TODOS já foram dispensados ou emprestados. Eu falo todos porque o Robinho já foi dado como transferível, o problema é que ninguém está disposto a pagar os quase 2 milhões de reais que ele recebe por mês.

E pelo visto, o novo dono da equipe Mansour bin Zayed al Nhyan shuahsausharsrsrs, está de todas as formas tentando se desfazer do ex-Santista.

Primeiro ele foi oferecido ao Barcelona,  que até estava disposto a contratar o jogador na última janela de transferências.  Mas parece que o time catalão deu pra trás. O interessante dessa história, é que foram os capitães da equipe Puyol e Xavi que vetaram a contratação do Robinho alegando que o Brasileiro é desagregador e que desestabilizaria o bom ambiente do time catalão.

Neste final de semana o próprio Robinho admitiu, em entrevista para o Milton Neves na rádio Bandeirantes, que não vai mais defender o ex-primo pobre de Manchester, mas com um atenuante. Ele ainda não sabe por qual time irá jogar.

O Santos surge no cenário mundial como único com interesse de receber o atleta, desde que seja por empréstimo e o City aceite pagar 50% dos salários do atleta, ou seja, 1 milhão de reais.

O Manchester City já disse que nestas bases não aceitaria fechar o negócio. Afinal de contas, a redução na folha de pagamento seria apenas de 12 milhões de reais ano. (Dinheiro de pinga lá na Inglaterra)

O importante nisso tudo, além do dinheiro perdido nas contratações e salário, é que os brasileiros se mostram cada vez mais ineficientes quando são contratados de baciada. Recentemente o Real Madrid, do Luxemburgo, também fracassou após juntar em seu elenco Robinho, Julio Baptista, Ronaldo, Cicinho e R. Carlos.

Qual será o problema de reunir muitos jogadores tupiniquins em um único time? Será que eles são boicotados, ou simplesmente, acham que tem um rei na barriga e não mostram o mínimo comprometimento com a equipe que os contratou?

Vicenacional

A culpa é do Corinthians, do São Paulo, do Flamengo, da Arbitragem e do Grêmio

Depois de conquistar o terceiro vice Campeonato Brasileiro em quatro anos, o Internacional também perdeu a disputa pelo técnico Vanderlei Luxemburgo que acertou sua ida para o Atlético Mineiro.

É estranho ver essa notícia, pois Luxemburgo sempre priorizou trabalhar com grandes estrelas e aparentemente o Atlético não parece estar disposto a gastar mundos e fundos para satisfazer os mimos do seu novo treinador. (Palmeiras, vc ta me ouvindo???)

Até o momento só foram cogitados  os nomes do lateral Leandro, que jogou o Campeonato Brasileiro pelo Vitória e já atuou com Vanderlei em 2003, e do zagueiro Durval, rebaixado com o Sport.

Ao menos, o Atlético conta com alguns bons jogadores para montar um time titular: Carini, Coelho, Corrêa, Ricardinho, Renteria, Tardelli. O restante do elenco ficaria por inteira responsabilidade do Luxa.

Talvez, essa liberdade para montagem do elenco seja o motivo pelo qual Vanderlei escolheu ir para o Atlético e não para o Internacinal.

O Inter já conta com uma boa base: Índio, Golívar, Kleber, Guiñazu, Sandro, Edu, Andrezinho, D’Alesandro, Giuliano, Alecsandro, Taison, além, desse elenco ter conquistado torneios internacionais recentemente como Copa Suruga Bank e a Copa Sul-Americana

Contra o time gaúcho pesa o fato/ fardo de eles sempre pipocarem nas competições nacionais (Dessa vez não foi diretamente para o Palmeiras, mas a carapuça ficou certinha). A última grande conquista colorada em terras tupiniquins veio em 1992 com a Copa do Brasil.

Só existe uma explicação para o casamento que parecia certo, segundo nosso amigo Bruno Coelho, não ter se concretizado.

Todos os envolvidos ficaram com medo de juntar a maldição do Luxa de não conquistar títulos internacionais, com a maldição do Inter em não ganhar nada “relevante” nacionalmente.

Eles ficariam igual um time verde aqui de São Paulo que não ganha nada faz tempo. (putz, de novo)

Eleições no Santos aproximam Luxemburgo do Inter

É cada vez mais real Luxemburgo no Internacional em 2010

As eleições ocorridas neste sábado (5) podem levar Vanderley Luxemburgo ao Beira-Rio na temporada 2010. Isso porque candidato da oposição, Luiz Álvaro, venceu a disputa contra o atual mandatário santista, Marcelo Teixeira, e será o novo presidente na Vila Belmiro. A oposição recebeu 1.882 votos contra 1.129 da situação.

Luiz Álvaro já havia deixado claro que não manteria o Luxemburgo na Vila Belmiro e se especula contatos com Dorival Junior e Silas (já fechado com Grêmio) para comandar o Santos em 2010. Segundo o futuro presidente, o atual treinador é caro e não se dedica exclusivamente ao clube alvinegro, além de afirmar que Luxemburgo foi cabo eleitoral de Marcelo Teixeira nas eleições.

Portanto a saída de Luxemburgo é praticamente certa e assim fecha mais um ciclo na Vila Belmiro.  Provavelmente Porto Alegre passará a ser o destino do técnico. As conversas com os dirigentes colorados já são antigas e com o Internacional na Libertadores, o negócio tende a ser fechado.

Caso se confirme a vinda de Luxemburgo ao Internacional, o técnico terá mais uma oportunidade para conquistar o cobiçado título das Américas.  Trata-se de uma obsessão para o treinador mais vitorioso do futebol brasileiro, cujo currículo inclui cinco títulos do Campeonato Brasileiro, 11 campeonatos estaduais e uma Copa do Brasil.

Mas a questão fica na relação custo e benefício dos últimos trabalhos de Vanderlei Luxemburgo. Os seus resultados mais recentes se resumem em três Campeonatos Paulista com elencos caros o suficiente para conquistarem uma Libertadores ou um Campeonato Brasileiro.  Assim o renomado técnico passa a ter seu nome questionado por muitos torcedores.

No Palmeiras já se especulou que o salário de Luxemburgo alcançasse R$ 700 mil mensais (embora haja notícias que desmintam essa informação). O certo é que atualmente no Santos, o técnico recebe por R$ 500 mil reais por mês. Por isso, a vinda de Luxemburgo ao Rio Grande do Sul seria um salto no padrão salarial da região.

Mesmo assim, o nome de Vanderlei Luxemburgo é bem aceito pela torcida colorada. O atual treinador Mário Sérgio veio apenas para tentar salvar 2009 e tem seu vínculo a encerrar neste final de Campeonato Brasileiro. Mas é preciso avaliar bem se Luxemburgo vale esse custo elevado, principalmente pela sua história recente.

A oposição, que levou a melhor em todas as dez urnas, teve 1.882 votos contra 1.129 da situação.

Rodada perfeita para o Internacional

Foto: Mauro Vireira/ClicRBS

Depois de três jogos sem vencer pelo Campeonato Brasileiro, o Internacional volta a mostrar forças pela briga do título nacional. Em partida válida pela 22ª rodada, o clube colorado aplicou 4×0 no Goiás e se aproximou dos líderes do campeonato, com um jogo a menos.

A grande expectativa era o retorno de Fernandão, capitão colorado nas conquistas da Libertadores e do Mundial em 2006, mas desta vez atuando pelo Goiás. Também houve o retorno de Fabiano Eller e a estréia de Edu. Porém, a estrela do jogo foi o jovem Marquinhos, de apenas 19 anos, que atuou no lugar do suspenso Taison. Foi dele o primeiro gol, aos cinco minutos de bola rolando, após passe de Giuliano e fazer linda conclusão na saída do goleiro Harley.

Já Fernandão faria a festa da torcida colorada, mesmo vestindo a camisa esmeraldina. O jogador foi expulso de forma totalmente infantil, numa suposta cotovelada em Magrão. É bem verdade que ele não atingiu o rosto do jogador adversário, mas é inegável também a sua imprudência. Assim, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro não pensou duas vezes e aplicou o cartão vermelho aos 13 minutos de jogo.

Desde então, a partida ficou fácil para o Internacional e não tardou para ampliar a vantagem. Aos 15 minutos, Marquinhos passa a bola para Guiñazu concluir e marcar o segundo gol colorado. Antes do encerramento da primeira etapa, Giuliano não fez o terceiro gol por falta de sorte.

No segundo tempo, o Colorado tratou de aniquilar de vez o Goiás, ao fazer o terceiro gol. Mais uma vez, Marquinhos participa da jogada, faz o cruzamento pela esquerda da grande área e a bola ia saindo pela linha de fundo. Mas Edu apareceu a tempo e cruzou para Giuliano concluir às redes de Harley. Já o quarto gol saiu aos 24 minutos da etapa final, em belo gol de cobertura de Kleber dentro da grande área. Assim o Inter fechou a conta com, deixando o placar em 4×0.

Com a vitória, o Inter supera um candidato direto no G-4 e ainda contou com o benéfico empate de 0×0 entre Palmeiras e São Paulo. Nesta quarta-feira, o time de Tite encara o já desacreditado Atlético Mineiro de Celso Roth no Beira-Rio. Caso vença, o Colorado sobe para 40 pontos, ganha o Troféu Osmar Santos pelo simbólico título do primeiro turno e fica apenas um ponto atrás do líder Palmeiras.

Para completar a rodada praticamente perfeita para os colorados, o Grêmio segue a sua rotina de não vencer fora de casa e vê o título mais distante. Além disso, Marquinhos e Giuliano são grandes promessas a se concretizarem num futuro próximo. Portanto, o Internacional segue bem vivo na briga pelo título brasileiro.

 

 

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